Oratória de alto impacto

By Dicas, Exercícios, Técnicas

Saber o que falar – o caminho para uma oratória de alto impacto

Quando tratamos de oratória de alto impacto, pouco importa se o orador é experiente ou iniciante.

Em ambos os casos, vale a mesma regra. É preciso saber o que falar. Dominar o assunto sobre o qual vai falar. Estude-o detalhadamente.

O domínio da comunicação é uma arte que se aprende, com técnicas, exercícios e uso de dicas de oratória.

Ao longo da história da humanidade, vários oradores marcaram sua passagem exatamente por saberem falar bem na frente dos outros.

Ou seja: saber usar a oratória para encantar e conquistar pessoas.

E mesmo o mais experiente dos oradores, precisa estar sempre se atualizando para saber o que falar para causar uma oratória de alto impacto.

As informações, as estatísticas, as notícias, os fatos da vida e do dia a dia, estão em constante mudanças.

Nada mais reprovável do que um orador que demonstra estar falando algo fora do contexto ou desatualizado, não é mesmo?

Oratória ao longo das civilizações

Todos nós em alguma fase da vida nos perguntamos: qual será a minha obra?

No curso da civilização, desde antes da era cristã, passando pelos gregos, pelo senado romano, até os dias de hoje, os grandes líderes foram pessoas que sabiam falar bem.

Se comunicavam com clareza.

Fossem líderes políticos, empresariais, filósofos, religiosos ou militares.

Todos os grandes vultos da história sabiam usar a oratória de alto impacto.

O bom orador conhece a si mesmo

Antes de saber o que falar, o bom orador precisa conhecer os seus limites. Sabendo disso, poderá saber até aonde pode chegar.

O mesmo que ocorre com alguém que quer se exercitar. Precisa saber se está apto a fazer caminhada, a trotear, ou a correr uma meia-maratona ou a uma maratona inteira.

Uma das características dos seres humanos é a sociabilidade. E esta se dá pelos relacionamentos. E estes se dão pela comunicação.

Então, homens e mulheres falam e ouvem todo tempo, uns aos outros.

O bom orador, é aquele que conhecendo a si mesmo, consegue transpor seus limites para o fim de conquistar o outro pelas suas palavras e ações.

E quando se sabe fazer isso, se causa uma oratória de alto impacto.

Você deve conhecer algumas pessoas que são tão carismáticas que quando estão numa roda, mesmo que de bate papo, todos ficam atentos na sua fala.

Todas as pessoas podem dominar a arte de falar em público de forma a agradar quem as ouve.

Sensibilidade para perceber o que quem está ouvindo quer ouvir

Para saber o que falar, é preciso primeiro saber quem vai ouvir.

Sabendo quem será a plateia, o bom orador deve adequar sua fala, seus gestos, sua postura, o conteúdo do seu discurso a ela.

Bons oradores buscam o reconhecimento. Boas plateias querem receber uma injeção de ânimo, emoção, motivação ou entusiasmo.

De modo que quem consegue passar esses sentimentos através da fala está praticando oratória de alto impacto.

Saber usar expressões faciais, como o sorriso na hora certa; a impostação das mãos de forma adequada,  as pausas e o silêncio no momento certo, as variações na entonação e na impostação da voz, são fundamentais ao bom orador.

Assim sendo, de nada adianta ter um lindo discurso, que a plateia quer ouvir, se não conseguir fazer a comunicação devida.

Ou seja, de nada adianta um excelente conteúdo, se a forma não prende a atenção.

Forma e conteúdo – Complementos da oratória de alto impacto

Um bom discurso deve ter começo, meio e fim. Ser construído com raciocínio lógico (dedutivo ou indutivo).

Entretanto, é fundamental saber dizer o discurso com o uso adequado da forma.

O certo é que quando assistimos a um show de um bom cantor, geralmente avaliamos a sua qualidade musical.

Mas também contam muitos pontos, a sua presença no palco, você concorda?

Então, o conteúdo do discurso proferido pelo orador precisa casar com a forma como esse orador o pronuncia.

Contudo, isso se aprende através de um bom Curso de Oratória que ensine exercícios, técnicas e dicas de oratória.

Quando o orador é bom, a plateia cala e demonstra seu interesse pela atenção, seja através de sorrisos, movimentos de aceno de cabeça, ou expressões faciais.

Contudo, quando o orador não é bom, a plateia fala, boceja, se entedia e sai de mansinho.

Quando não há interesse da plateia não há discurso

Todo orador deve conhecer a sua plateia e se tornar interessante para ela.

Seja num evento formal, no decorrer de um processo de venda, na apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso, numa entrevista de emprego, numa entrevista, em uma pregação religiosa ou em um discurso político.

Quando o interesse na nossa mensagem não existe ou acaba, não há comunicação.

Consequentemente, se não há comunicação, não houve oratória de alto impacto.

Por isso é que o discurso, seja em que ambiente for, deve manter uma constância de busca do encantamento do ouvinte.

E esse convencimento de quem ouve demonstra que o orador está preocupado e se interessa pela plateia e com o que ela está pensando.

De modo que quando isso ocorre, há uma simbiose entre quem fala e quem ouve.

A isso damos o nome de ambiente emocional propício, ou construtivo.

Há uma perfeita sintonia que leva a percepção da existência de uma intimidade entre o mensageiro, a mensagem e o ouvinte.

Quando isso ocorre, a oratória de alto impacto se fez presente.

O orador faz sucesso e a plateia entra em êxtase.

Finalmente, o resultado disso tudo é a sedimentação de uma imagem que conquista, encanta e emociona as pessoas.

 

Luiz Carlos Nemetz  – Professor de Oratória 

 

 

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